SGB realiza mapeamentos geológicos em municípios de Goiás e Minas Gerais com potencial mineral
SGB realiza mapeamentos geológicos em municípios de Goiás e Minas Gerais com potencial mineral
Brasília (DF) – Pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil (SGB) realizam, ao longo de abril e maio, mapeamento geológico em municípios de Goiás e Minas Gerais com reconhecido potencial mineral. As atividades, que começaram nesta segunda-feira (6/04) e seguem até o próximo dia 24, fazem parte de projetos estratégicos voltados à ampliação do conhecimento e à identificação de novas áreas com potencial para recursos minerais.
Um dos trabalhos faz parte do Projeto Arco Magmático de Goiás (Setor Norte). Serão realizadas pesquisas na Folha Formoso, que abrange os municípios de Campinaçu, Campinorte, Estrela do Norte, Formoso, Mara Rosa, Minaçu, Santa Tereza de Goiás, Trombas e Uruaçu. A região tem potencial para depósitos de cobre, ouro, terras raras e calcário. A equipe é liderada pelo pesquisador André Menezes Saboia, com apoio de Kotaro Uchigasaki.
Na região sudeste de Goiás, na Província Alcalina do Alto Paranaíba, a equipe do Projeto Orizona-Catalão mapeará as folhas Campo Alegre de Goiás, Catalão e Goiandira. Os municípios abrangidos são: Anhanguera, Campo Alegre de Goiás, Catalão, Corumbaíba, Cumari, Davinópolis, Goiandira, Ipameri, Nova Aurora, Ouvidor e Três Ranchos, além de áreas em Minas Gerais, incluindo Abadia dos Dourados, Araguari, Cascalho Rico, Douradoquara, Grupiara, Monte Carmelo e Paracatu.
A área estudada apresenta potencial para depósitos de fosfato, nióbio, terras raras, ouro, cassiterita e diamante. Também há perspectiva para exploração de agregados da construção civil, impulsionada pelo crescimento urbano na área. A equipe é formada pelos pesquisadores Joffre V. Lacerda Filho, Felipe Rodrigues Martins e Débora Regina Vieira dos Santos, com apoio de Pedro Ricardo Soares Bispo, Liliane Viana dos Santos e Flávio Fernandes Faleiros.
O diretor de Geologia e Recursos Minerais do SGB, Valdir Silveira, acompanhará as atividades do Projeto Orizona-Catalão em campo.
Larissa Souza
Assessoria de Comunicação
Serviço Geológico do Brasil
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