Rios da região amazônica seguem em processo regular de vazante com níveis considerados normais para o período na maioria das estações

29/07/2026 às 18h33
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Informações sobre o cenário na bacia são apresentados no 30º Boletim de Monitoramento Hidrológico, divulgado pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB), nesta terça-feira (28/07)


 

Brasília (DF) – O 30º Boletim de Monitoramento Hidrológico divulgado pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB), nesta terça-feira (28/07), indica que a Bacia do Rio Amazonas segue em processo regular de vazante. Na maioria das estações, os níveis estão dentro da faixa de normalidade para o período. 

Em Manaus (AM), o rio Negro registrou descida de 30 cm na última semana e alcançou a cota de 27,60 m. No rio Solimões, Tabatinga (AM) registrou redução de 42 cm, na última semana,  e alcançou a cota de 6,45 m. Em Manacapuru, o rio desceu 27 cm e registrou 18,37 m.

Na bacia do rio Purus, a estação de Beruri (AM) registrou redução de 31 cm ao longo da semana, acompanhando a vazante do rio Solimões  A cota observada e indicada no boletim foi de 19,58 m.

O rio Madeira também segue em processo de vazante. No entanto, houve elevação temporária na estação de Porto Velho (RO) em resposta às chuvas ocorridas na parte alta da bacia. A cota registrada na capital foi de 7,32 m.

No rio Amazonas, em Careiro (AM) ocorreu redução de 28 cm, enquanto em Itacoatiara (AM) a descida foi de 26 cm. As cotas observadas foram 15,27 m e 12,88 m, provavelmente.

 

Níveis abaixo da faixa de normalidade

De acordo com o monitoramento do SGB, apenas rio Branco registra níveis abaixo da faixa de normalidade para a época do ano, mantendo a intensificação da recessão observada nas últimas semanas. Em Boa Vista (RR), o rio Branco registrou a cota de 2,23 m, após redução de 52 cm na última semana. Enquanto em Caracaraí (RR), a descida foi de 72 cm e a cota registrada foi 3,23 m.

Os dados hidrológicos são provenientes da Rede Hidrometeorológica Nacional (RHN), de responsabilidade da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), operada pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB) e demais parceiros. As previsões apresentadas são baseadas em modelos hidrológicos e estão sujeitas às incertezas inerentes aos mesmos. 

Dados em tempo real e mapas de risco estão disponíveis no Sistema de Alerta de Eventos Críticos (SACE).


Assessoria de Comunicação
Serviço Geológico do Brasil
imprensa@sgb.gov.br
 

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