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Serviço Geológico do Brasil divulgou, na terça-feira (9), o 36º Boletim de Alerta Hidrológico da Bacia do Amazonas
Manaus (AM) – O processo de vazante segue na região amazônica. Em Manaus (AM), o rio Negro chegou à cota de 25,79 m na terça-feira (9), conforme indica o 36º Boletim de Alerta Hidrológico da Bacia do Amazonas, divulgado pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB). Os níveis estão dentro da normalidade para o período, exceto o rio Purus, na cidade de Rio Branco (AC), que registra 1,76 m – cota no limite inferior da faixa de normalidade.
“Os rios estão em fase de vazante, com algumas oscilações positivas, especialmente no rio Negro, em razão das chuvas isoladas. Mas na parte mais a jusante (nas áreas mais abaixo da bacia, para onde corre o rio), as descidas têm sido regulares, pois a bacia ainda está com níveis altos e ocorre certo represamento”, explica a superintendente Regional de Manaus do SGB, Jussara Cury.
Segundo os dados, o rio Branco registrou a cota de 2,78 m em Boa Vista (RR) e de 4,10 m em Caracaraí (RR). Na bacia do Rio Negro, foram registradas elevações em São Gabriel da Cachoeira (AM), que chegou a 9,60 m e em Tapuruquara (AM), onde a cota alcançou 5,94 m, na terça-feira (2).
Na bacia do Solimões, o rio desceu em média 15 cm por dia em Tabatinga (AM), após ter apresentado oscilações positivas. A recessão segue também em Fonte Boa (AM), com descidas de 18 cm por dia, em Itapéua (AM), com descidas diárias de 14 cm diárias e em Manacapuru, com descidas de 10 cm por dia.
Em Porto Velho (RO), o rio voltou a subir após descidas e registrou a cota de 2,88 m, na terça-feira (2). Em Humaitá (AM), as descidas são de 6 cm por dia e a cota observada foi de 10,55 m. No rio Amazonas, Careiro da Várzea (AM) registra 13,52 m; Itacoatiara (AM) tem cota de 11,54 m; Parintins (AM), de 6,28 m; e Óbidos (PA) de 5,80 m.
Monitoramento
O monitoramento dos rios é feito a partir de estações, que fazem parte da Rede Hidrometeorológica Nacional (RHN), coordenada pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). O SGB opera cerca de 80% das estações e gera informações que apoiam os sistemas de prevenção de desastres, a gestão dos recursos hídricos e pesquisas. As informações estão disponíveis na plataforma SACE e são atualizadas diariamente.
Larissa Souza
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