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Levantamento aponta ocorrências associadas a alagamentos, inundações, enxurradas, erosão e deslizamentos em setores onde vivem mais de 700 pessoas
Brasília (DF) – Um mapeamento do Serviço Geológico do Brasil (SGB) identificou 16 áreas de risco geológico e hidrológico no município de Pontes e Lacerda, em Mato Grosso. Os processos estão associados a alagamento, enchentes, inundações, enxurradas, erosão e deslizamentos. Nos locais mapeados, vivem 704 pessoas, distribuídas em 176 residências. O relatório completo foi divulgado em fevereiro e está disponível no Repositório Institucional de Geociências (RIGeo).
Das áreas identificadas, oito foram classificadas como de risco alto e oito como de risco muito alto. As conclusões apontam que o cenário é resultado, principalmente, das ocupações inadequadas do território e características naturais do meio físico.
O bairro com maior número de pessoas em áreas de risco é o Santa Cruz. Na Rua Senador Ulisses Guimarães foi identificado um setor classificado como de risco muito alto para inundação, onde vivem cerca de 180 pessoas. Em seguida, está o bairro Bela Vista, com 132 moradores expostos a risco muito alto de alagamento e inundação. Também foi identificado setor com risco muito alto para alagamento e enchentes na Avenida Santa Fé.
As outras áreas mapeadas estão nas seguintes localidades: Avenida Municipal, Bairro Santa Fé; Avenida José Alves Ferreira – Bairro Proença; Avenida Marechal Rondon – Bairro Jardim Bela Vista II; Rua Santo – Bairro Dermat; Rua Joan Rodrigues – Bairro Serveng; Avenida Santa Rita – Bairro Altos da Glória; Rua Amazonas – Bairro Centro; Rua Odilson Antônio da Silva – Bairro Santa Amália; Rua Juventino Lima – Bairro Jardim das Palmeiras; Rua Vera Lúcia – Bairro Buritis; Fazenda Minuto, margem direita do Rio Minuto – Zona rural; Sítio São Francisco, margem esquerda do Rio Alegre – Zona rural; Sítio Periquito, margem esquerda do Rio Alegre – Zona rural.
O SGB destaca no relatório que é fundamental a adoção de medidas de ordenamento territorial e ações de fiscalização para evitar novas ocupações em planícies de inundação, áreas baixas e encostas. O estudo também reforça a importância de programas de conscientização da população quanto à percepção de risco nessas áreas mais vulneráveis.
Mapeamentos de áreas de risco em Mato Grosso.
O Serviço Geológico do Brasil (SGB) já realizou mapeamento de áreas de risco em 28 municípios de Mato Grosso. Esses levantamentos identificaram 163 áreas de risco alto e muito alto, onde vivem cerca de 12,4 mil.
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