Visualizando
Dique Máfico na Praia de Ondina
Salvador -
BA , Lat.:
-13.011222839 Long.:
-38.514469147
Última alteração: 25/09/2026 11:52:08
Última alteração: 25/09/2026 11:52:08
Status: Em análise
Identificação
Designação
| Nome do Sítio: | Dique Máfico na Praia de Ondina |
|---|---|
| Título Representativo: | |
| Classificação temática principal: | Plutonismo |
| Classificação temática secundária: | Metamorfismo |
| Registro SIGEP (Comissão Brasileira de Sítios Geológicos e Paleobiológicos) com o Nº : | Não |
| Sítio pertence a um geoparque ou proposta de geoparque: | Não |
Localização
| Latitude: | -13.011222839 |
|---|---|
| Longitude: | -38.514469147 |
| Datum: | WGS 84 |
| Cota: | 5 m |
| Estado: | BA |
| Município: | Salvador |
| Distrito: | |
| Local: | Zona Urbana - Bairro de Ondina |
| Ponto de apoio mais próximo: | Ondina Apart Hotel |
| Ponto de referência rodoviária: | |
| Acesso: | O acesso ao Dique Máfico de Ondina é realizado pela Avenida Oceânica, no bairro de Ondina, em Salvador (BA). A partir da orla marítima, deve-se seguir por passarela pavimentada localizada nos fundos do Ondina Apart Hotel, em direção à Gruta de São Lázaro e à Praia das Divas. O percurso estende-se por aproximadamente 350 metros ao longo da linha de costa, conduzindo diretamente ao afloramento rochoso onde ocorrem os diques máficos. O trajeto é predominantemente plano, porém requer atenção quanto às condições de maré, uma vez que a exposição dos afloramentos é mais favorável durante períodos de maré baixa. |
Imagem de identificação
Resumo
| Resumo |
|---|
|
O geossitio Dique Máfico de Ondina está situado no bairro de Ondina, no município de Salvador, capital do estado da Bahia, Brasil. O afloramento expõe rochas metamórficas de alto grau, predominantemente granulitos, cortadas por corpos intrusivos máficos tabulares, localizado na orla marítima amplamente frequentado por moradores e hóspedes da rede hoteleira adjacente, configurando-se como importante exposição geológica em área urbana. Geologicamente, a área insere-se no domínio do embasamento cristalino do setor leste do Cráton do São Francisco, associado ao Cinturão Itabuna–Salvador–Curaçá. As rochas encaixantes correspondem a unidades de alto grau metamórfico, formadas durante eventos paleoproterozoicos. E os diques máficos representam corpos intrusivos posteriores, instalados ao longo de fraturas distensivas que registram episódios de reativação tectônica da crosta. Embora a fragmentação continental associada à abertura do Oceano Atlântico tenha ocorrido no Mesozóico, estruturas preexistentes do embasamento paleoproterozoico exerceram controle estrutural sobre a instalação desses corpos magmáticos. No afloramento distinguem-se duas litologias principais: (i) Granulito félsico ortoderivado, composto por quartzo, plagioclásio, feldspatos e minerais micáceos, apresentando bandamento composicional bem definido e sistema de fraturas com direções predominantes N100°, N275° e N005°; (ii) Diques máficos, de coloração preta a cinza-escura, granulação fina e geometria tabular, com espessura métrica (atingindo aproximadamente 14 m em determinados trechos). Esses corpos cortam discordantemente a rocha encaixante e apresentam, localmente, feições de esfoliação esferoidal resultantes de intemperismo químico progressivo. Esse processo promove a formação de camadas concêntricas que se destacam sucessivamente, conferindo aspecto semelhante ao descascamento de uma cebola. O contraste textural e cromático entre os granulitos félsicos e os diques máficos permite um registro claro e acessível da evolução crustal paleoproterozoica, tornando o afloramento relevante para estudos estruturais, petrológicos e para ações de valorização do patrimônio geológico urbano. |
| Abstract |
|---|
| The Ondina Mafic Dike geosite is located in the Ondina neighborhood, in the municipality of Salvador, capital of the state of Bahia, Brazil. The outcrop exposes high-grade metamorphic rocks, predominantly granulites, crosscut by tabular mafic intrusive bodies. Located along the seafront, which is widely frequented by local residents and guests of the adjacent hotel sector, the site constitutes an important geological exposure within an urban area. Geologically, the area lies within the crystalline basement domain of the eastern sector of the São Francisco Craton, associated with the Itabuna–Salvador–Curaçá Belt. The host rocks correspond to high-grade metamorphic units formed during Paleoproterozoic events, whereas the mafic dikes represent younger intrusive bodies emplaced along extensional fractures that record episodes of tectonic reactivation of the crust. Although continental fragmentation associated with the opening of the Atlantic Ocean occurred during the Mesozoic, pre-existing structures within the Paleoproterozoic basement exerted structural control over the emplacement of these magmatic bodies. Two main lithologies can be distinguished in the outcrop: (i) felsic orthoderived granulite, composed of quartz, plagioclase, feldspars, and micaceous minerals, exhibiting well-defined compositional banding and a fracture system with predominant orientations of N100°, N275°, and N005°; and (ii) mafic dikes, black to dark gray in color, fine-grained, and tabular in geometry, with metric-scale thicknesses, reaching approximately 14 m in some sections. These bodies crosscut the host rock discordantly and locally exhibit spheroidal weathering features resulting from progressive chemical weathering. This process promotes the formation of concentric layers that progressively detach, producing an appearance similar to the peeling of an onion. The textural and chromatic contrast between the felsic granulites and mafic dikes provides a clear and accessible record of Paleoproterozoic crustal evolution, making the outcrop relevant to structural and petrological studies, as well as to initiatives aimed at promoting and valuing urban geological heritage. |
| Autores e coautores |
|---|
| Patrícia Campinho Dias Passos - Mestranda da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Ricardo Galeno Fraga de Araújo Pereira - Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
Contexto
Geológico
| Enquadramento Geológico Geral: |
|---|
|
| Unidade do Tempo Geológico (Eon, Era ou Período): |
|---|
| Paleoproterozóico |
| Ambiente Dominante: |
|---|
|
| Tipo de Unidade: | Unidade Litoestratigráfica |
|---|---|
| Nome: | |
| Outros: | |
| Rocha Predominante: | Gnaisse granítico |
| Rocha Subordinada: | Basalto |
| Tipo e dimensões do afloramento, contato, espessura, outras informações descritivas do sítio. : | As rochas aflorantes no local apresentando permitem uma visualização clara das litologias, de acordo com o seu contraste textural e cromático, representadas por duas unidades principais: (i) Granulito félsico ortoderivado, composto predominantemente por quartzo, plagioclásio, feldspatos e minerais micáceos. Apresenta bandamento composicional bem desenvolvido, característico de rochas metamórficas de alto grau, além de sistema de fraturas com direções preferenciais N100°, N275° e N005°, que condicionam o padrão estrutural do afloramento; (ii) Diques máficos, de coloração preta a cinza-escura, granulação fina e geometria tabular, com espessura métrica, atingindo aproximadamente 14 m em determinados trechos. Esses corpos intrusivos cortam discordantemente o granulito encaixante. Em alguns pontos, observam-se feições de esfoliação esferoidal, resultantes de intemperismo químico progressivo, que promove a formação de camadas concêntricas sucessivas, as quais se desprendem gradualmente, conferindo aspecto semelhante ao descascamento de uma cebola. |
Paleontológico
| Local de ocorrência |
|---|
|
|
| Ramos da Paleontologia: |
|---|
|
|
| Taxons conhecidos: |
|---|
|
|
Caracterização Geológica
Rochas Sedimentares
| Ambientes Sedimentares: |
|---|
|
|
| Ambientes: |
|---|
| Tipos de Ambientes: |
|---|
|
|
| Descontinuidades Estratigráficas: |
|---|
Rochas Ígneas
| Categoria: | Vulcânica - Dique |
|---|
| Aspectos Texturais: |
|---|
|
| Estruturas: |
|---|
|
Rochas Metamórficas
| Metamorfismo: Dinâmico (cataclástico) |
| Facie Metamorfismo: Granulito |
| Texturas: |
|---|
|
| Estruturas: |
|---|
|
Deformação das Rochas
| Tipo de Deformação: | Dúctil / Rúptil |
|---|
| Regime Tectônico: | Compressional |
|---|
| Estruturas Lineares: |
|---|
|
|
| Estruturas Planas: |
|---|
|
Feições de Relevo
Interesse
Dados
| Pelo Conteúdo |
|---|
|
| Interesse associado |
|---|
|
| Pela sua possível utilização |
|---|
|
Observações
| Observações Gerais |
|---|
|
O Dique Máfico de Ondina insere no domínio do embasamento cristalino paleoproterozoico do setor leste do Cráton do São Francisco, no contexto do Cinturão Itabuna–Salvador–Curaçá. A área é composta predominantemente por granulitos félsicos ortoderivados, caracterizados por bandamento composicional e sistema de fraturas bem desenvolvido, que registram eventos tectono-metamórficos de alto grau associados à evolução paleoproterozoica da região (Barbosa & Sabaté, 2004; Teixeira et al., 2000). Os diques máficos ocorrem como corpos tabulares, de espessura métrica (atingindo aproximadamente 14 m), que cortam discordantemente as rochas granulíticas encaixantes. Apresentam coloração preta a cinza-escura, granulação fina e texturas típicas de resfriamento em ambiente crustal raso. Esses corpos intrusivos são interpretados como registros de episódios distensivos que reativaram estruturas pré-existentes do embasamento, podendo estar associados a eventos tectônicos posteriores que afetaram o leste do Cráton do São Francisco (Mascarenhas, 1979; CPRM, 2019). Localmente, observam-se feições de esfoliação esferoidal nos diques máficos, resultantes de intemperismo químico progressivo, processo comum em rochas máficas submetidas a clima tropical úmido (Thomas, 1994). O contraste textural e estrutural entre os granulitos e os diques máficos permite a clara visualização das relações de corte, conferindo ao afloramento relevância científica, didática e potencial valor como patrimônio geológico urbano. |
| Bibliografia |
|---|
| BARBOSA, J. S. F.; SABATÉ, P. Archean and Paleoproterozoic crust of the São Francisco Craton, Bahia, Brazil: geodynamic features. Precambrian Research, 2004. CPRM – Serviço Geológico do Brasil. Mapa Geológico do Estado da Bahia. Brasília, 2019. CRUZ da L. A. (2013). Aspectos de campo, Petrografia e Geoquímica preliminar dos Diques Máficos das Praias Jardim de Alah, Paciência e Ondina, Salvador-Ba. Trabalho Final de Graduação. Instituto de Geociências, Universidade Federal da Bahia. p. 1-73. MARCELINO, R. da S. (2014). Aspectos de campo, petrografia e geoquímica preliminar dos diques máficos das praias de Jardim de Alah, Paciência e Farol de Itapuã, Salvador – BA. Monografia (Geologia) - UFBA/IGEO. 75 p. MASCARENHAS, J. F. O Cráton do São Francisco. Revista Brasileira de Geociências, 1979. SILVA, S. O. (2018). Caracterização Petrológica Dos Diques Máficos Da Orla De Salvador, Bahia. Tese de mestrado na Universidade Federal da Bahia. SOUZA, J. S. de. (2009). Petrografia e litogeoquímica dos litotipos granulíticos ortoderivados da cidade de Salvador, Bahia. Dissertação de Mestrado. IGEO/UFBA. SOUZA, J. S. de., BARBOSA, J. S. F., CORREA-GOMES, L. C. (2010). Litogeoquímica dos granulitos ortoderivados da cidade de Salvador, Bahia. Revista Brasileira de Geociências, v. 40. p. 339-354. SOUZA, J. S. de., Barbosa, J. S. F. (2011). Os Litotipos da Cidade de Salvador, Bahia: Estágio Atual do Conhecimento. In: 13 Simpósio Nacional TEIXEIRA, W. et al. Tectonic evolution of the São Francisco Craton. In: Tectonic Evolution of South America. Rio de Janeiro: SBG, 2000. THOMAS, M. F. Geomorphology in the Tropics: A Study of Weathering and Denudation in Low Latitudes. Chichester: Wiley, 1994. |
Imagens Representativas e Dados Gráficos
Conservação
Unidade de Conservação
| Nome da UC | Tipo da UC | Unidade de Conservação | Situação da Uc |
|---|---|---|---|
Proteção Indireta
| Relatar: | |
|---|---|
Uso e Ocupação
| Propriedade do Terreno | ||||
|---|---|---|---|---|
| Público / Municipal |
| Area Rural |
|---|
|
|
| Area Urbana |
|---|
|
| Fragilidade |
|---|
| Baixa |
| Dificuldade de Acesso e aproveitamento do solo: |
|---|
| O acesso ao local é gratuito e considerado razoável, sendo realizado por meio de uma passarela que se estende até a Praia das Divas, construída na parte posterior dos hotéis. Contudo, a estrutura não apresenta condições de acessibilidade para pessoas com deficiência. A visitação aos afloramentos deve ocorrer, preferencialmente, durante o período de maré baixa, em função das condições de segurança e melhor exposição das feições geológicas. No entorno da praia observa-se intensa intervenção antrópica, evidenciada pela construção de hotéis e edificações residenciais nas proximidades. |
Quantificação
Valor Científico (indicativo do valor do conteúdo geocientífico do sítio ou do elemento geológico)
| Ítem | Peso | Resposta | Valor |
|---|---|---|---|
| A1 - Representatividade | 30 | O local ou elemento de interesse é um bom exemplo para ilustrar elementos ou processos, relacionados com a área temática em questão (quando aplicável) | 2 |
| A3 - Reconhecimento científico | 5 | Existem artigos sobre o local de interesse em revistas científicas nacionais, diretamente relacionados com a categoria temática em questão (quando aplicável) | 2 |
| A4 - Integridade | 15 | Os principais elementos geológicos (relacionados com a categoria temática em questão, quando aplicável) estão muito bem preservados | 4 |
| A5 - Diversidade geológica | 5 | Local de interesse com 1 ou 2 tipos diferentes de aspectos geológicos com relevância científica | 1 |
| A6 - Raridade | 15 | Existem, na área de estudo, 4-5 exemplos de locais semelhantes (representando a categoria temática em questão, quando aplicável) | 1 |
| A7 - Limitações ao uso | 10 | É possível fazer amostragem ou trabalho de campo depois de ultrapassar as limitações existentes | 2 |
| A2 - Local-tipo | 20 | Não se aplica. | 0 |
| Valor Científico | 170 |
Risco de Degradação (dos valores geológicos retratados no sítio ou no elemento geológico)
| Ítem | Peso | Resposta | Valor |
|---|---|---|---|
| B1 - Deterioração de elementos geológicos | 35 | Possibilidade de deterioração dos elementos geológicos secundários | 2 |
| B2 - Proximidade a áreas/atividades com potencial para causar degradação | 20 | Local de interesse situado a menos de 100 m de área/atividade com potencial para causar degradação | 4 |
| B3 - Proteção legal | 20 | Local de interesse situado numa área sem proteção legal nem controle de acesso | 4 |
| B4 - Acessibilidade | 15 | Local de interesse localizado a menos de 100 m de uma estrada asfaltada com local para estacionamento de veículos | 4 |
| B5 - Densidade populacional | 10 | Local de interesse localizado num município com mais de 1000 habitantes por km2 | 4 |
| Risco de Degradação | 330 |
Potencial Valor Educativo e Turístico (indicativo de interesse educativo e turístico associado ao valor científico do sítio, sujeito à análise complementar dos setores competentes)
| Ítem | P.E | P.T | Resposta | Valor |
|---|---|---|---|---|
| C1 - Vulnerabilidade | 10 | 10 | Possibilidade de deterioração de elementos geológicos secundários por atividade antrópica | 3 |
| C2 - Acesso rodoviário | 10 | 10 | Local de interesse localizado a menos de 100 m de uma estrada asfaltada com local para estacionamento de veículos | 4 |
| C3 - Caracterização do acesso ao sítio | 5 | 5 | O local de interesse é acessado por estudantes e turistas, mas só depois de ultrapassar certas limitações (autorizações, barreiras físicas, marés, inundações etc...) | 2 |
| C4 - Segurança | 10 | 10 | Local de interesse com infraestrutura de segurança (vedações, escadas, corrimões, etc.), rede de comunicações móveis e situado a menos de 10 km de serviços de socorro | 4 |
| C5 - Logística | 5 | 5 | Existem restaurantes e alojamentos para grupos de 50 pessoas a menos de 15 km do local de interesse | 4 |
| C6 - Densidade populacional | 5 | 5 | Local de interesse localizado num município com mais de 1000 habitantes por km2 | 4 |
| C7 - Associação com outros valores | 5 | 5 | Existem diversos valores ecológicos e culturais a menos de 10 km do local de interesse | 4 |
| C8 - Beleza cênica | 5 | 15 | Local de interesse ocasionalmente usado em campanhas turísticas locais, mostrando aspectos geológicos | 1 |
| C9 - Singularidade | 5 | 10 | Ocorrência de aspectos únicos e raros na região | 2 |
| C10 - Condições de observação | 10 | 5 | Existem obstáculos que tornam difícil a observação de alguns elementos geológicos | 3 |
| C11 - Potencial didático | 20 | 0 | Ocorrência de elementos geológicos que são ensinados nas escolas de ensino básico | 3 |
| C12 - Diversidade geológica | 10 | 0 | Ocorrem 2 tipos de elementos da geodiversidade | 2 |
| C13 - Potencial para divulgação | 0 | 10 | O público necessita de algum conhecimento geológico para entender os elementos geológicos que ocorrem no sítio | 3 |
| C14 - Nível econômico | 0 | 5 | Local de interesse localizado num município com IDH superior ao que se verifica no estado | 3 |
| C15 - Proximidade a zonas recreativas | 0 | 5 | Local de interesse localizado a menos de 5 km de uma zona recreativa ou com atrações turísticas | 4 |
| Valor Educativo | 305 | |||
| Valor Turístico | 295 |
Classificação do sítio
| Relevância: |
|
|---|
| 170 | |
| 305 (Relevância Nacional) | |
| 295 (Relevância Nacional) | |
| 330 (Risco Alto) |
Recomendação
| Urgência à Proteção global: | Necessário a curto prazo |
|---|---|
| Urgência à Proteção devido a atividades didáticas: | Necessário a curto prazo |
| Urgência à Proteção devido a atividades turísticas: | Necessário a curto prazo |
| Urgência à Proteção devido a atividades científicas: | Necessário a médio prazo |
| Unidade de Conservação Recomendado: | Não se aplica - |
| Justificativa: |
Coordenadas do polígono de proteção existente ou sugerido
Responsável
| Nome: | Patrícia Campinho Dias Passos |
|---|---|
| Email: | patycampinho@gmail.com |
| Profissão: | Geóloga, pós-graduada em Docência de Ensino Superior |
| Instituição: | Universidade Federal da Bahia - UFBA |
| Currículo Lattes: | http://lattes.cnpq.br/1052143915250068 |

