Bacia do rio Acre - Histórico
No ano de 2012, o Estado do Acre vivenciou a maior cheia registrada nos últimos 15 anos,
envolvendo principalmente a bacia do rio Acre, onde se localiza também a capital, Rio
Branco, uma das cidades mais atingidas pela enchente. O nível do rio Acre chegou, em
fevereiro de 2012, à marca de apenas 3 cm abaixo da marca histórica, ocorrida
em março de 1997, que foi de 17,66 metros, gerando enormes prejuízos à
população, como o deslizamento de suas margens, desabrigando muitas
famílias. Além de Rio Branco, em 2012 os outros municípios localizados
às margens do rio Acre também foram inundados. A área urbana do
município de Brasiléia, por exemplo, ficou cerca de 90% submerso segundo
informações da Defesa Civil Estadual.
Em janeiro de 2012, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) iniciou o desenvolvimento do Projeto de Alerta de Cheias na Bacia do Rio Acre, para que a população da área atingida possa se precaver com antecedência à chegada de uma inundação. Neste ano foram realizadas campanhas de campo para reconhecimento da bacia, visita às estações já existentes, verificação da qualidade de funcionamento das mesmas e das condições dos locais da instalação.
Em 2013, a CPRM iniciou a implantação de Plataformas de Coletas de Dados (PCDs), que são estações automáticas que medem o nível do rio, altura pluviométrica, umidade e temperatura do ar, e cuja transmissão de dados é feita em tempo real. No período chuvoso de 2013, o nível do rio Acre por duas vezes superou a cota de transbordamento na capital Rio Branco, novamente causando muitos prejuízos e transtornos para a população.
Ao longo do ano de 2014, a equipe técnica da Residência de Porto Velho desenvolveu a metodologia para ser empregada na realização de previsão de níveis nos municípios de Rio Branco, Xapuri, Brasiléia/Epitaciolândia e Assis Brasil. Em dezembro de 2014 o Sistema de Alerta Hidrológico da Bacia do Rio Acre (SAH Rio Acre) iniciou sua operação pela primeira vez.
Já com o SAH Rio Acre em operação, o rio Acre vivenciou em fevereiro/março de 2015 sua maior enchente já registrada, provocando a inundação de todos os municípios localizados às suas margens. Em Rio Branco, o rio Acre atingiu a marca histórica de 18,40m e seu nível chegou a estar mais de 4 metros acima da cota de inundação do município. Neste evento o SAH Rio Acre teve papel importante no auxilio à gestão da mitigação dos impactos provocados, realizando previsões de níveis com a antecedência necessária e emitindo boletins informativos às autoridades competentes.
Consciente da importância deste projeto, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) está buscando desenvolver estudos no sentido de ampliar cada vez mais suas previsões hidrológicas.
Em janeiro de 2012, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) iniciou o desenvolvimento do Projeto de Alerta de Cheias na Bacia do Rio Acre, para que a população da área atingida possa se precaver com antecedência à chegada de uma inundação. Neste ano foram realizadas campanhas de campo para reconhecimento da bacia, visita às estações já existentes, verificação da qualidade de funcionamento das mesmas e das condições dos locais da instalação.
Em 2013, a CPRM iniciou a implantação de Plataformas de Coletas de Dados (PCDs), que são estações automáticas que medem o nível do rio, altura pluviométrica, umidade e temperatura do ar, e cuja transmissão de dados é feita em tempo real. No período chuvoso de 2013, o nível do rio Acre por duas vezes superou a cota de transbordamento na capital Rio Branco, novamente causando muitos prejuízos e transtornos para a população.
Ao longo do ano de 2014, a equipe técnica da Residência de Porto Velho desenvolveu a metodologia para ser empregada na realização de previsão de níveis nos municípios de Rio Branco, Xapuri, Brasiléia/Epitaciolândia e Assis Brasil. Em dezembro de 2014 o Sistema de Alerta Hidrológico da Bacia do Rio Acre (SAH Rio Acre) iniciou sua operação pela primeira vez.
Já com o SAH Rio Acre em operação, o rio Acre vivenciou em fevereiro/março de 2015 sua maior enchente já registrada, provocando a inundação de todos os municípios localizados às suas margens. Em Rio Branco, o rio Acre atingiu a marca histórica de 18,40m e seu nível chegou a estar mais de 4 metros acima da cota de inundação do município. Neste evento o SAH Rio Acre teve papel importante no auxilio à gestão da mitigação dos impactos provocados, realizando previsões de níveis com a antecedência necessária e emitindo boletins informativos às autoridades competentes.
Consciente da importância deste projeto, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) está buscando desenvolver estudos no sentido de ampliar cada vez mais suas previsões hidrológicas.