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Marmitas (weathering pit) de Fazenda Nova
Brejo da Madre de Deus -
PE , Lat.:
-8.179792404 Long.:
-36.182922363
Última alteração: 09/05/2026 15:36:05
Última alteração: 09/05/2026 15:36:05
Status: Em análise
Identificação
Designação
| Nome do Sítio: | Marmitas (weathering pit) de Fazenda Nova |
|---|---|
| Título Representativo: | Geoformas erosivas em maciço granítico do Agreste pernambucano |
| Classificação temática principal: | Geomorfologia |
| Classificação temática secundária: | Petrologia |
| Registro SIGEP (Comissão Brasileira de Sítios Geológicos e Paleobiológicos) com o Nº : | Não |
| Sítio pertence a um geoparque ou proposta de geoparque: | Não |
Localização
| Latitude: | -8.179792404 |
|---|---|
| Longitude: | -36.182922363 |
| Datum: | SIRGAS2000 |
| Cota: | m |
| Estado: | PE |
| Município: | Brejo da Madre de Deus |
| Distrito: | Fazenda Nova |
| Local: | O geossítio está localizado no distrito de Fazenda Nova, pertencente ao município de Brejo da Madre de Deus, inserido na região do Agreste do estado de Pernambuco, Nordeste do Brasil. |
| Ponto de apoio mais próximo: | Brejo da Madre de Deus (sede municipal), localizado a poucos quilômetros do distrito de Fazenda Nova, dispondo de serviços completos como hospedagem, alimentação, agências bancárias, comércio e postos de combustível. |
| Ponto de referência rodoviária: | O acesso principal ao geossítio tem como ponto de referência a cidade de Recife (PE), seguindo pela BR-232 até Caruaru (PE), e posteriormente pela PE-145 em direção a Brejo da Madre de Deus (PE) e ao distrito de Fazenda Nova, onde se inicia o trajeto loca |
| Acesso: | O acesso ao geossítio, a partir do distrito de Fazenda Nova, ocorre por meio de vias locais com condições variáveis, incluindo trechos pavimentados e estradas de terra. A partir da área urbana, segue-se em direção à zona rural, adentrando propriedades e caminhos vicinais até atingir a área do afloramento. O trajeto final exige deslocamento a pé por curta distância, possibilitando a observação in loco das feições geomorfológicas. Em períodos chuvosos, as condições de trafegabilidade podem ser comprometidas. |
Imagem de identificação
Resumo
| Resumo |
|---|
| As marmitas são depressões esculpidas em rocha fresca, geralmente com contornos irregulares devido a controles estruturais, constituindo unidades de relevante patrimônio geomórfico. Considerando sua importância histórica, ecológica, estética, cultural e científica, essas formas de relevo requerem medidas de geoconservação e preservação, com potencial educativo e científico. A metodologia adotada incluiu levantamento teórico e cartográfico para caracterização da área, inventário de campo utilizando fichas descritivas quantitativas para quantificação das marmitas, análise qualitativa das particularidades geomorfológicas e quantificação do valor científico e educacional mediante escores atribuídos aos critérios definidos. O inventário evidencia a importância da relação entre geodiversidade e biodiversidade, reforçando a necessidade de conservar essas unidades geomórficas para que as gerações presentes e futuras possam usufruir desse patrimônio, além de fornecer subsídios para pesquisa científica e educação em geociências. |
| Abstract |
|---|
| The marmitas are depressions carved into fresh rock, generally with irregular contours due to structural controls, constituting units of significant geomorphological heritage. Considering their historical, ecological, aesthetic, cultural, and scientific importance, these landforms require measures for geoconservation and preservation, with educational and scientific potential. The methodology adopted included a theoretical and cartographic survey for area characterization, a field inventory using quantitative descriptive forms to quantify the marmitas, qualitative analysis of geomorphological features, and the assessment of scientific and educational value through scores assigned to defined criteria. The inventory highlights the importance of the relationship between geodiversity and biodiversity, reinforcing the need to conserve these geomorphological units so that present and future generations can benefit from this heritage, while also providing support for scientific research and geoscience education. |
| Autores e coautores |
|---|
| Gerlando Rodrigues de Lima foi responsável pelo levantamento do inventário do geossítio, incluindo as etapas de quantificação e qualificação, bem como pela realização dos levantamentos bibliográficos e sistematização dos dados. Danielle Gomes da Silva Listo contribuiu com a orientação da pesquisa, apoio nas atividades de campo e acompanhamento técnico-científico ao longo de todas as etapas do estudo. |
Contexto
Geológico
| Enquadramento Geológico Geral: |
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| Unidade do Tempo Geológico (Eon, Era ou Período): |
|---|
| O geossítio está inserido em contexto geológico associado ao embasamento cristalino da Província Borborema, com rochas formadas predominantemente durante o Neoproterozoico, pertencente ao Eon Pré-Cambriano. |
| Ambiente Dominante: |
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| Tipo de Unidade: | |
|---|---|
| Nome: | Província Borborema – Domínio cristalino neoproterozoico |
| Outros: | |
| Rocha Predominante: | Gnaisse |
| Rocha Subordinada: | Migmatito |
| Tipo e dimensões do afloramento, contato, espessura, outras informações descritivas do sítio. : | O geossítio é constituído por afloramentos rochosos do embasamento cristalino, apresentando superfícies amplas, contínuas e expostas, com morfologia suavemente ondulada a irregular. Observam-se diferentes formas de exposição rochosa, como afloramentos, matacões, rochas intemperizadas, lajedos rochosos, entre outros, com possível contribuição de litologias graníticas associadas. As dimensões do afloramento são expressivas, estendendo-se por dezenas a centenas de metros em superfície, com espessura não diretamente mensurável em campo, devido à continuidade do corpo rochoso no substrato. As feições mais marcantes são as marmitas de dissolução/erosão, com formas circulares a elipsoidais, apresentando diâmetros variando de poucos centímetros até aproximadamente 1 metro ou mais, e profundidades que podem ultrapassar dezenas de centímetros. Algumas marmitas encontram-se preenchidas por água e sedimentos finos. O contato do afloramento com as áreas adjacentes ocorre de forma gradual, sendo parcialmente coberto por solos rasos e vegetação típica de ambiente semiárido. Observa-se a presença de fraturas e descontinuidades estruturais que controlam, em parte, o desenvolvimento das feições erosivas. O geossítio está inserido em área de relevo suavemente ondulado, com presença de blocos rochosos arredondados e inselbergs no entorno, evidenciando intenso processo de intemperismo e erosão ao longo do tempo geológico. |
Paleontológico
| Local de ocorrência |
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| Ramos da Paleontologia: |
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| Taxons conhecidos: |
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Caracterização Geológica
Rochas Sedimentares
| Ambientes Sedimentares: |
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| Ambientes: |
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| Tipos de Ambientes: |
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| Descontinuidades Estratigráficas: |
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Rochas Ígneas
| Categoria: | Plutônica - Batólito |
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| Aspectos Texturais: |
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| Estruturas: |
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Rochas Metamórficas
| Metamorfismo: |
| Facie Metamorfismo: |
| Texturas: |
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| Estruturas: |
|---|
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Deformação das Rochas
| Tipo de Deformação: |
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| Regime Tectônico: |
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| Estruturas Lineares: |
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| Estruturas Planas: |
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Interesse
Dados
| Pelo Conteúdo |
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| Interesse associado |
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| Pela sua possível utilização |
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Observações
| Observações Gerais |
|---|
| As cavidades observadas são interpretadas como marmitas de origem predominantemente erosiva, associadas à ação hidráulica e ao movimento rotacional de sedimentos transportados pelo fluxo fluvial. Contudo, processos de intemperismo químico também podem atuar de forma complementar, promovendo a alteração mineralógica e o enfraquecimento da rocha, favorecendo a ampliação e aprofundamento dessas feições ao longo do tempo. |
| Bibliografia |
|---|
| ARRUDA, Í. R. P. ; LIMA, G. R. ; LISTO, D. G. S. ; MARIANO, G. ; GUIMARAES, T. O. . Proposta de geoconservação no distrito de Fazenda Nova, Brejo da Madre de Deus, Pernambuco, NE do Brasil. Geologia USP. Série Científica, v. 23, p. 87-98, 2023. ALVES, R. S. Os mamíferos pleistocênicos de Fazenda Nova, Brejo da Madre de Deus, Pernambuco: aspectos tafonômicos, taxonômicos e paleoambientais. Dissertação (Mestrado em Geociências) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2007. JATOBÁ, L.; SILVA, H.J; SILVA, A.F. Caracterização Geoambiental da área de exceção do Brejo da Madre de Deus-PE. Ciência Geográfica-Bauru-Ano XXIII- vol. XXIII: janeiro/dezembro-2019. LIMA, Gerlando Rodrigues de. Inventário geomorfológico da ocorrência de marmitas no distrito de Fazenda Nova, município de Brejo da Madre de Deus, Agreste Pernambucano. 2022. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2022. LIMA, G. R.; LISTO, D. G. S. ; GUIMARAES, T. O. ; ARRUDA, Í. R. P. . Geoeducação com marmitas: uma breve proposta. OBSERVATORIO DE LA ECONOMÍA LATINOAMERICANA, v. 23, p. e8725, 2025. LIMA, G. R.; LISTO, D. G. S. ; GUIMARAES, T. O. ; ARRUDA, Í. R. P. . Inventário do potencial científico das marmitas (weathering pits) no distrito de Fazenda Nova, Pernambuco, Nordeste do Brasil. Geologia USP. Série Científica, v. 23, p. 181-190, 2023. LYRA, A.L.R.T. A condição de Brejo; efeito do relevo na vegetação de duas áreas no município de Brejo da Madre de Deus (Pernambuco). Dissertação de mestrado em Botânica da universidade Federal Rural de Pernambuco. Recife, p 105.1982. PETERS, E. T. Estudo de artefatos e fósseis de megafauna encontrados em Conceição das Creoulas e Fazenda Nova, no estado de Pernambuco. Dissertação (Mestrado em Arqueologia) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2019. SILVA, D. G. et al. Caracterização morfológica e dinâmica ambiental das marmitas no distrito de Fazenda Nova, Pernambuco. Revista Brasileira de Geomorfologia, v. 18, n. 2, 2017. SILVA D. G.; CORRÊA. A.C.B.; AMORIM. R.F. Caracterização Morfológica e Dinâmica Ambiental das Marmitas (weathering pit) no Distrito de Fazenda Nova, Pernambuco - Nordeste do Brasil. Revista Brasileira de Geomorfologia. v. 18, nº 2 2017. Silva, Danielle Gomes da. Reconstrução da dinâmica geomorfológica do semiárido brasileiro no quaternário superior a partir de uma abordagem multiproxy / Danielle Gomes da Silva. – Recife: Universidade Federal de Pernambuco, Tese (Doutorado em Geografia) 2013. SILVA, D. G.; CORRÊA, A. C. B. Evolução Paleoambiental dos Depósitos de Tanques em Fazenda Nova, Pernambuco – Nordeste do Brasil. RBGF- Revista Brasileira de Geografia Física Recife-PE, Vol.2 n.02, p. 43-56, maio-agosto 2009. SILVA, D. G.; MELO, T.F. R; CORRÊA, A. C. B. A influência da densidade de drenagem na interpretação da evolução geomorfológica do complexo de tanques do município de Brejo da Madre de Deus- Pernambuco, Nordeste do Brasil. Revista de Geografia. Recife: UFPE-DCG/NAPA, v.26, n.3, jun/ago.2009. SILVA, D. G. Evolução Paleoambiental dos Depósitos de Tanques em Fazenda, Município de Brejo da Madre de Deus, Pernambuco. Dissertação de Mestrado. Departamento de Ciências Geográficas, Universidade Federal de Pernambuco, p.155, 2007. SILVA, F. M. Mamíferos do Pleistoceno Superior de Afrânio, Pernambuco, Nordeste do Brasil. Dissertação de Mestrado. Departamento de Geociências, Universidade Federal de Pernambuco, p. 123, 2009. SILVA, J. L. L. Reconstituição Paleoambiental Baseada no Estudo de mamíferos Pleistocênicos de Maravilhas e Poços das Trincheiras, Alagoas, Nordeste do Brasil. Tese de Doutorado. Departamento de Geociências, Universidade Federal de Pernambuco, p. 240, 2008. |
Imagens Representativas e Dados Gráficos
Conservação
Unidade de Conservação
| Nome da UC | Tipo da UC | Unidade de Conservação | Situação da Uc |
|---|---|---|---|
| (Municipal) | UC de Uso Sustentável |
|
(Municipal) | Não se aplica |
|
(Municipal) | Não se aplica |
|
(Municipal) | Não se aplica |
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Proteção Indireta
| Relatar: | |
|---|---|
Uso e Ocupação
| Propriedade do Terreno | ||||
|---|---|---|---|---|
| Público / |
| Area Rural |
|---|
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| Area Urbana |
|---|
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| Fragilidade |
|---|
| Dificuldade de Acesso e aproveitamento do solo: |
|---|
Quantificação
Valor Científico (indicativo do valor do conteúdo geocientífico do sítio ou do elemento geológico)
| Ítem | Peso | Resposta | Valor |
|---|---|---|---|
| A1 - Representatividade | 30 | O local ou elemento de interesse é o melhor exemplo, atualmente conhecido, na área de trabalho, para ilustrar elementos ou processos, relacionados com a área temática em questão (quando aplicável) | 4 |
| A2 - Local-tipo | 20 | O local ou elemento de interesse é reconhecido como holostratótipo ou unidade litodêmica nos léxicos estratigráficos do Brasil e da Amazônia Legal ou documentos similares, ou é a fonte de um holótipo, neótipo ou lectótipo registrado em publicações científicas, de acordo com o código (ICZN, ICBN ou ICN) vigente na época da descrição e cadastrado na Base de Dados Paleo da CPRM ou bases similares ou é um sítio de referência da IMA; | 4 |
| A3 - Reconhecimento científico | 5 | Existem artigos sobre o local de interesse em revistas científicas nacionais, diretamente relacionados com a categoria temática em questão (quando aplicável) | 2 |
| A4 - Integridade | 15 | Os principais elementos geológicos (relacionados com a categoria temática em questão, quando aplicável) estão muito bem preservados | 4 |
| A5 - Diversidade geológica | 5 | Local de interesse com 5 ou mais tipos diferentes de aspectos geológicos com relevância científica | 4 |
| A6 - Raridade | 15 | O local de interesse é a única ocorrência deste tipo na área de estudo (representando a categoria temática em questão, quando aplicável) | 4 |
| A7 - Limitações ao uso | 10 | É possível fazer amostragem ou trabalho de campo depois de ultrapassar as limitações existentes | 2 |
| Valor Científico | 370 |
Risco de Degradação (dos valores geológicos retratados no sítio ou no elemento geológico)
| Ítem | Peso | Resposta | Valor |
|---|---|---|---|
| B1 - Deterioração de elementos geológicos | 35 | Possibilidade de deterioração dos principais elementos geológicos | 3 |
| B2 - Proximidade a áreas/atividades com potencial para causar degradação | 20 | Local de interesse situado a menos de 100 m de área/atividade com potencial para causar degradação | 4 |
| B3 - Proteção legal | 20 | Local de interesse situado numa área sem proteção legal nem controle de acesso | 4 |
| B4 - Acessibilidade | 15 | Local de interesse sem acesso direto por estrada mas situado a menos de 1 km de uma estrada acessível por veículos | 1 |
| B5 - Densidade populacional | 10 | Local de interesse localizado num município com 250-1000 habitantes por km2 | 3 |
| Risco de Degradação | 310 |
Potencial Valor Educativo e Turístico (indicativo de interesse educativo e turístico associado ao valor científico do sítio, sujeito à análise complementar dos setores competentes)
| Ítem | P.E | P.T | Resposta | Valor |
|---|---|---|---|---|
| C1 - Vulnerabilidade | 10 | 10 | Possibilidade de deterioração dos principais elementos geológicos por atividade antrópica | 2 |
| C2 - Acesso rodoviário | 10 | 10 | Local de interesse localizado a menos de 500 m de uma estrada asfaltada | 3 |
| C3 - Caracterização do acesso ao sítio | 5 | 5 | O local de interesse é acessado por estudantes e turistas, mas só depois de ultrapassar certas limitações (autorizações, barreiras físicas, marés, inundações etc...) | 2 |
| C4 - Segurança | 10 | 10 | Local de interesse sem infraestrutura de segurança (vedações, escadas, corrimões, etc.) mas com rede de comunicações móveis e situado a menos de 50 km de serviços de socorro | 2 |
| C5 - Logística | 5 | 5 | Existem restaurantes e alojamentos para grupos de 50 pessoas a menos de 15 km do local de interesse | 4 |
| C6 - Densidade populacional | 5 | 5 | Local de interesse localizado num município com 250-1000 habitantes por km2 | 3 |
| C7 - Associação com outros valores | 5 | 5 | Existem diversos valores ecológicos e culturais a menos de 10 km do local de interesse | 4 |
| C8 - Beleza cênica | 5 | 15 | Local de interesse habitualmente usado em campanhas turísticas do país, mostrando aspectos geológicos | 4 |
| C9 - Singularidade | 5 | 10 | Ocorrência de aspectos únicos e raros na região | 2 |
| C10 - Condições de observação | 10 | 5 | A observação de todos os elementos geológicos é feita em boas condições | 4 |
| C11 - Potencial didático | 20 | 0 | Ocorrência de elementos geológicos que são ensinados em todos os níveis de ensino | 4 |
| C12 - Diversidade geológica | 10 | 0 | Ocorrem mais de 5 tipos de elementos da geodiversidade (mineralógicos, paleontológicos, geomorfológicos, etc.) | 4 |
| C13 - Potencial para divulgação | 0 | 10 | Ocorrência de elementos geológicos que são evidentes e perceptíveis para todos os tipos de público | 4 |
| C14 - Nível econômico | 0 | 5 | Local de interesse localizado num município com pelo menos o dobro do IDH que se verifica no estado | 4 |
| C15 - Proximidade a zonas recreativas | 0 | 5 | Local de interesse localizado a menos de 10 km de uma zona recreativa ou com atrações turísticas | 3 |
| Valor Educativo | 325 | |||
| Valor Turístico | 310 |
Classificação do sítio
| Relevância: |
|
|---|
| 370 | |
| 325 (Relevância Nacional) | |
| 310 (Relevância Nacional) | |
| 310 (Risco Alto) |
Recomendação
| Urgência à Proteção global: | Necessário a longo prazo |
|---|---|
| Urgência à Proteção devido a atividades didáticas: | Necessário a longo prazo |
| Urgência à Proteção devido a atividades turísticas: | Necessário a longo prazo |
| Urgência à Proteção devido a atividades científicas: | Necessário a longo prazo |
| Unidade de Conservação Recomendado: | UC de Proteção Integral - |
| Justificativa: | O geossítio apresenta vulnerabilidade associada principalmente às ações antrópicas diretas, destacando-se o uso das marmitas de intemperismo como reservatórios de água para abastecimento humano, dessedentação animal e práticas de agricultura de subsistência. Essas atividades envolvem a escavação das cavidades, retirada de sedimentos e modificação de sua morfologia original, expondo superfícies rochosas frescas e descaracterizando as feições geomorfológicas. A remoção dos sedimentos acumulados nas marmitas implica na perda de registros importantes para a interpretação da evolução ambiental, podendo ainda comprometer a preservação de possíveis evidências paleontológicas. Dessa forma, a necessidade de proteção do geossítio justifica-se pela importância de preservar a integridade das feições geomorfológicas, salvaguardar registros científicos potenciais e garantir seu uso sustentável, conciliando as demandas da população local com a conservação do patrimônio geológico. |
Coordenadas do polígono de proteção existente ou sugerido
Responsável
| Nome: | Gerlando Rodrigues de Lima |
|---|---|
| Email: | gerlando.rodrigueslima@ufpe.br |
| Profissão: | Geógrafo |
| Instituição: | Universidade Federal de Pernambuco - UFPE |
| Currículo Lattes: | http://lattes.cnpq.br/6210342649008038 |



